Grandes Eventos Só Aqui

Muitas cores, música e gente bonita fizeram da festa um verdadeiro deslumbre.

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Foto: Daniel Marques

 

Considerado como o mais alegre e animado dos últimos anos - e também um dos mais quentes, devido ao exagerado número de  participantes, o tradicional Baile do Copa reviveu as tradições ciganas com o tema Gipsy Folie numa festa colorida que só acabou ao amanhecer do domingo (11). Promovido pelo hotel Belmond Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, o evento escolheu a atriz Isis Valverde para o posto de rainha. O Baile do Copa, que faz parte do calendário oficial de eventos da cidade, deu  início as celebrações do aniversário de 95 anos do hotel. O baile foi realizado no sábado, dia 10 de fevereiro, apartir das 22h.

 

Foto: Daniel Marques

 

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O Carnaval é uma das datas preferidas de Andréa Natal, diretora-geral do hotel, que considera a festa uma das mais bonitas do mundo. “Essa festa traduz muito bem a energia da data. No Baile do Copa, todos estão felizes, dançando, se divertindo e com fantasias incríveis”, conta Andréa. Para a escolha do tema, a diretora explica que o hotel sempre homenageia uma cultura diferente. “No ano passado foram as Geishas e as influências japonesas. Também já tivemos temas relacionados com a China, a África, a Espanha, a Grécia e este ano rendemos uma homenagem aos ciganos, mostrar as tradições das ciganas, com o tema Gipsy Folie".

 

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O responsável por contar a história da cultura Gipsy nos salões do Copa – Golden Room, Nobre e Frontais – foi o carnavalesco, cenógrafo e figurinista Mario Borriello, que, pelo terceiro ano, assinou o décór do baile. Formado em Belas Artes e Desenho Industrial, Mario já trabalhou para diversas escolas de samba como Salgueiro, União da Ilha e Império Serrano. Como carnavalesco, foi campeão do Carnaval de 1993 pelo Salgueiro e ganhou o prêmio “Estandarte de Ouro” na categoria “Melhor Enredo” com o samba “Peguei um Ita no Norte”, mais conhecido como “Explode Coração”.

 

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Depois de muita pesquisa, Mario mergulhou de cabeça nas tradições e história do povo cigano. “No Baile do Copa eu escolhi retratar uma história imaginária que fala de amor e se passa em uma trupe cigana do Leste Europeu”, conta.

 

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Logo na chegada, os convidados foram recebidos por dançarinos ciganos e violinistas, que realizavam fazendo coreografias ciganas para entrar no clima do tema. Logo que subiam ao terraço, todos encontravam um acampamento cigano, com carroças, cavalos e cestos de palha e em seguida passavam por um campo de tulipas e flores campestres.

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Ainda na galeria de acesso, tendas com ciganas aguardavam os convidados que desejassem ler sobre o seu futuro. As varandas estavam ornamentadas com muitos de lustres rústicos com velas, fitas coloridas e leques trabalhados com bordados artesanais e rendas. Com o forte calor da noite, a maior parte dos leques foi "levada" como lembrança por homens e mulheres que usavam o adereço para se refrescarem.

 

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Já nos salões, as cores que predominavam a decoração eram o ouro e vermelho, com passadeiras bordadas, rodas de carroça e cartas do baralho. O salão Nobre tinha sua entrada repleta de rosas nas cores vermelho, branco e amarelo. Para a decoração dos centros de mesa, foram utilizados tabuleiros de cartomante com cartas de baralho, rosas e bolas de cristal com efeitos óticos. O Golden Room foi coberto por uma grande tenda em gaze chiffon com estampa floral. Da abóbada caiam três enormes rosas vermelhas que ficavam pendentes no centro do salão.

 

Foto: Daniel Marques

 

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O Baile do Copa contou com diferentes atrações durante toda a noite. O tradicional Cordão do Bola Preta, que completa 100 anos este ano, animou a festa tocando um vasto repertório de marchinhas e sambas enredos. Na varanda, a cantora Priscila Luz agitou a noite com um show exclusivo de música baiana intercalando com o DJ Papagaio que mostrou os principais hits do momento.

 

Foto: Daniel Marques

 

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Entre dezenas de nomes de personalidades presentes ao baile destacavam-se Narcisa Tamborindeguy, Eliana Pittman, Luiza Brunet, Ana Maria Tornaghi, Ricardo Cravo Albin, o diplomata Marcelo Calero, os atores Deo Garcez, Ricardo Pereira e Sérgio Fonta. Lá estavam ainda Jane Di Castro, Eloina, Juju Maravilha, Eder Meneghine, Yuri Antigo, Andre Ramos, Adele Fátima com o marido Marcelo, Fabiana Karla, Flavio Colisted, Rosana Pereira, Ilka Bambirra e Fernanda Motta.

 

Foto: Daniel Marques

 

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E mais Jussara Calmon com o marido norueguês Gudmund Fjortoft, Theca e Angel de Castro, Juju Palito, Nina Stevens, Anouar Nait Liman, Vincent Cassel com a nova namorada, Felipe Braga, José Antonio Paz Monteiro, Marcelo Souza, José Ronaldo Muller, Carlos Vonpinaz Barreto, Marcia Veríssimo, Liege Monteiro e Luis Frnando Coutinho, Renata Kuerten, Beto Sena, Monica Salgado, Yasmin Brunet com Evandro Soldati, Chrstian Loubotin, Bruno Astuto, a cantora Karina Duque Estrada e sua irmã Kelly Duque Estrada, a Sereia do Copacabana Palace.

 

Foto: Daniel Marques

 

Pelos salões, chamava a atenção de todas um grupo de 12 drags com vestidos brancos iluminados, ao melhor estilo Dzi Croquetes.

Foto: Daniel Marques

 

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No farto buffet, elaborado pelo chef-executivo do Copa, David Mansaud, os detalhes rústicos de madeira acompanhavam o banquete de antepastos, estações de saladas, pratos quentes e sobremesas.

 

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Os pratos mais elogiados da noite foram as tradicionais cascatas de camarão, o ceviche, torta de brie com damasco e ravióli de queijo de cabra.

 

Foto: Daniel Marques

 

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Foto: Daniel Marques

 

Os preços dos ingressos variavam de R$ 2.625 a R$ 6.090, por pessoa. Os convidados podiam optar por vestirem uma luxuosa fantasia ou traje black tie - smoking para os homens e vestido longo de gala para as mulheres.


Sobre o Baile
Realizado tradicionalmente aos sábados de carnaval, o baile do Copa conta com presenças marcantes desde seu início. O hotel, inaugurado em agosto de 1923, abriu suas portas para o primeiro baile de carnaval em fevereiro de 1924. Jayne Mansfield, em 1959, causou sensação quando a alça de seu vestido se soltou. Brigitte Bardot foi uma das atrações em 1964. Este baile comemorava o quarto centenário do Rio, com decoração de Júlio Senna em sete salões – representando as ruas do Rio Antigo. Cento e oitenta músicos se revezaram sem interrupção nesta ocasião. No júri, além de BB, Porfírio Rubirosa e Elza Martinelli. Em 67, o júri foi presidido por Gina Lollobrigida. Mas o baile do Copa teve outras presenças memoráveis, entre as quais: Orson Welles, Ginger Rogers, Mary Pickford, Joan Fontaine, Rhonda Fleming, Walter Pidgeon, Lana Turner, Ann Miller, Zsa Zsa Gabor, Kim Novak, Romy Schneider, Kirk Douglas e Rita Hayworth, que chegou a desfilar pelo salão fantasiada de baiana. Em 1973, o baile do Copa deixou de ser realizado pelo hotel. Sua reedição oficial aconteceu 20 anos depois, quando a nova direção percebeu a necessidade de recriar um luxuoso baile.

 

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A Rainha
Devidamente escoltada pelo namorado André Resende disse que viveu uma noite glória, no dia 10, como rainha do Baile do Copa. O assédio em cima da atriz foi enorme, sendo necessária a presença de um batalhão de seguranças para dar conta do recado. Todo mundo queria tirar selfies com a moça, trocar uma palavrinha com ela, chegar perto Fantasiada de cigana sexy, a atriz mineira recebeu sua faixa das mãos de Andrea Natal no palco do salão de festas do hotel e esbanjou simpatia no evento. Parte de sua fantasia criada pelo renomado estilista Henrique Filho, deixava em evidencia a barriga sarada da morena e suas belas pernas, que interpretou recentemente a sereia Ritinha, em "A Força do Querer".

 

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Confira mais fotos aqui: http://www.lclou.com.br/2018/02/confira-fotos-exclusivas-do-baile-gipsy.html

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