Flashes

A cantora Duda das Bofinhas repudia decisão judicial sobre reorientação sexual.

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Divulgação

 

Rio de Janeiro, 22 de setembro de 2017 – Segundo relatório do Grupo Gay da Bahia, 343 LGBTs foram assassinados em 2016, é praticamente uma pessoa morta a cada 25 horas de acordo com a pesquisa. Em 2015, a cantora Duda, líder da banda As Bofinhas, gravou a música intitulada "A Cura Gay" que nada mais é do que um protesto bem humorado pedindo uma atenção especial para a causa. Durante a semana, o assunto voltou a ser pautado depois que um juiz do DF resolveu incluir em seu despacho, que psicólogos podem tratar a homossexualidade como se fosse uma doença.

"Isso causa um repúdio porque essa decisão judicial vai em desencontro a tudo que vem sendo conquistado ano após ano e eu enxergo com profunda tristeza que tenhamos que voltar ao passado em pleno século 21. Muitos sabem as dificuldades que temos para levar a vida adiante, frente aos inúmeros ataques homofóbicos sofridos diariamente por inúmeras pessoas no Brasil. Eu mesma sou prova disso por ser lésbica, sofro ataques quase que todos os dias, com xingamentos e palavras de baixo calão. Sobre a decisão do juiz de Brasília, vejo como retrocesso, uma vez que querem (re) orientar o que não é reorientado. É impossível curar o que nunca foi uma doença.", afirma Duda.

Taurina de 25 de abril, a carioca Eduarda Maria, mais conhecida como Duda, é a líder da banda As Bofinhas. Criado em 2012, o projeto tinha como ideia inicial uma dupla sertaneja formada por duas mulheres. Depois da segunda formação e de alguns contratempos, a cantora resolveu seguir carreira solo, mas manteve o nome As Bofinhas em suas apresentações, passando a se chamar Duda das Bofinhas. 

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