Para adquirir o livro BERTA LORAN: 90 Anos de Humor, contatos pelo telefone (21) 98481-0933 ou pelo email azevedojlaa@gmail.com

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Divulgação

 

A atriz BERTA LORAN, que completou no dia 23 de março de 2016, 90 anos, tem sua vida contada nas 216 páginas de seu livro biográfico “BERTA LORAN: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem ao Talento de Berta Loran, por João Luiz Azevedo”.

O livro é apresentado na forma de uma grande entrevista - perguntas e respostas - da atriz Berta Loran ao jornalista João Luiz Azevedo, contando, de forma coloquial, um pouco da vida, carreira e cotidiano dessa grande atriz.

Sua infância pobre no gueto de Varsóvia e a vinda para o Rio de Janeiro, fugida da 2ª grande Guerra Mundial, com seus pais, irmãos e tios, seus dois casamentos, seus colegas de profissão, religião, política, teatro, tv, música, cinema, casos pitorescos vividos em família e em cena, enfim, um pouco de tudo.

A trajetória da pequena Basza Ajs, nascida na Varsóvia em 1926, a saída da Polônia, ainda  menina, até a chegada ao Brasil, em 1937, instalando-se na cidade do Rio de Janeiro, onde iniciou sua grandiosa carreira artística, passando pelas principais emissoras de TV até chegar à Rede Globo, onde participou de (quase) todos os programas humorísticos da emissora – de “Bairro Feliz” (1966) a “Zorra Total” (2004) – passando por programas de sucesso como “Balança Mas Não Cai”, “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, “Satiricom”, “Planeta dos Homens”, “Viva o Gordo”, “A Escolinha do Professor Raimundo”, “Chico Total” entre tantos outros,  destaque em telenovelas como “Amor com Amor se Paga” de Ivani Ribeiro, “Cama de Gato” e “Cordel Encantado” de Duca Rachid e Thelma Guedes,  seriados como “A Grande Família” e “A Diarista” e minisséries como “Chiquinha Gonzaga” alegrando seu fiel público durante mais de 50 anos.

No livro, Berta fala da família, dos maus-tratos sofridos na Polônia por ser judia, lembra de quando Hitler disse no radio que iria aniquilar todos os judeus, pouco antes do início da 2ª Guerra mundial.  Lembra de quando chegou à escola pública, pela primeira vez, e foi apresentada a sua turma pela professora.  Lembra de seus primeiros passos no palco no Teatro Judaico (Teatro Idiche) no Rio de Janeiro, passando por suas temporadas de sucesso em Buenos Aires, em revistas na praça Tiradentes e, por seis anos, em Portugal, ao lado dos grandes nomes do teatro lusitano, da época. Depois disso, já no Brasil, fez muito sucesso em comédias de George Feydeau, João Bithencourt, Oduvaldo Viana Filho, Leilah Assunção e Mauro Rasi.  

Berta Loran declara seu carinho por Bibi Ferreira, sua grande amiga durante o período que trabalharam em Portugal, seu agradecimento ao Boni, que a levou para a Rede Globo em 1966, sua admiração ao Jô Soares com quem trabalhou por 17 anos e Chico Anysio com quem trabalhou por 10 anos em vários programas de humor.

O prefácio do livro é assinado pelo autor, ator, diretor e produtor teatral Claudio Botelho, a apresentação (orelha do livro) é assinado pela “diva” Bibi Ferreira e conta ainda com cartum exclusivo e inédito do Ique Woitschach.

O livro conta com perguntas de 70 artistas, jornalistas, produtores culturais, entre eles os atores Stepan Nercessian, Anselmo Vasconcellos, Elisa Lucinda, Aloísio de Abreu e Fernando Eiras, o diretor musical Caíque Botkay, o crítico teatral Rodrigo Monteiro, a cantora Teresa Cristina, o jornalista e crítico musical Mauro Ferreira, o biógrafo de Cauby Peixoto e  ngela Maria, Rodrigo Faour, o diretor de óperas Fernando Bicudo e depoimentos de 122 colegas da classe artística, jornalistas e familiares, entre eles Boni, Maurício Sherman, Jô Soares, Ari Fontoura, Ney Latorraca, Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, Claudia Raia, Charles Moeller, Cininha De Paula, Renato Aragão, Marcius Melhem, Tom Cavalcante, Luis Gustavo, Claudia Jimenez, Arlete Salles, Rodrigo Sant’Anna,  Débora Bloch, Edson Celulari, Osmar Prado, David Pinheiro, Castrinho, Heloísa Périssé, Tereza Rachel, Dedé Santana, Juca Chaves, Nélson Freitas, Ari Toledo, Rodrigo Fagundes, Orlando Drummond, Antonio Pedro, Emiliano Queiroz, Elke Maravilha, Paulo Silvino, Eliezer Mota, Bemvindo Sequeira, Rogéria, Jane Di Castro, Nizo Neto, Katiuscia Canoro, Murilo Benício, Claudia Mauro, Gracindo Jr, Cauã Reymond, Solange Couto, Marcos Oliveira, as  jornalistas Leda Nagle e Lucia Leme, as autoras de telenovelas Duca Rachid & Thelma Guedes, o bailarino português Carlos Mendonça e a atriz portuguesa Florbela Queiroz, que trabalharam com a Berta, de 1957 a 1963 em Portugal e o ator português e fã Miguel Villa e até a crítica teatral Barbara Heliodora, concedido pouco antes de sua morte.  

Nas páginas finais o autor enumera os principais trabalhos da atriz no cinema, televisão e teatro além de apresentar o poema “Ser Atriz” onde a homenageada mostra as dificuldades e prazeres da profissão que escolheu ainda criança.


Berta Loran

Vale lembrar que, apesar da idade, BERTA LORAN encontra-se lúcida e trabalhando.
No final de 2015, a atriz participou do quadro – “O Grande Plano” - no Programa “Fantástico” da Rede Globo, ao lado da Elke Maravilha e a ex-porta bandeira da Portela, Vilma Nascimento.
 
BERTA LORAN teve destaque nas novelas “Cordel Encantado” (2011) e “Cama de Gato” (2009) de Duca Rachid e Thelma Guedes, e “Amor Com Amor Se Paga”,
 onde interpretou a inesquecível “Frosina” ao lado do “Sr Nono” vivido pelo Ari Fontoura.
 
Participou também dos principais programas de humor: “Zorra Total” (onde interpretou a portuguesa “Maria” ao lado do Agildo Ribeiro),
“Escolinha do Professor Raimundo” (onde interpretou a portuguesa “Manuela D’Além Mar” e a judia “Sara Rebeca”), “Viva o Gordo”
(ao lado de Jô Soares, Agildo Ribeiro e grande elenco), “Satiricon”, (ao lado de Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Jô Soares, Renato Corte Real, Luiz Carlos Miele),
“O Planeta dos Homens” onde interpretou a personagem “Aurélia”, “Faça Humor, Não Faça Guerra” e “Balança Mas Não Cai”.
 
No cinema, participou dos filmes “Até que a Sorte nos Separe 2” (2013) ao lado de Leandro Hassum e Jerry Lewis, “A Guerra dos Rocha” (2008)
com a direção do Jorge Fernando, “Polaróides Urbanas” (2006) direção do Miguel Falabella, dentre muitos outros.
 
No teatro, ela participou de grandes comédias do passado, como “O Peru” (1963) de George Feydeau, “Boeing Boeing” (1964) direção de Adolfo Celi, “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força”(1965) com direção de Augusto César Vannucci, “Cinderela do Petróleo” (1966) de João Bethencourt, “Alegro Desbum” (1973) de Oduvaldo Viana Filho, “Camas Redondas e Casais Quadrados” (1974), com tradução de João Bithencourt e direção de José Renato, “Três Solteironas Balançando o Rambo” (1991) de Zilda Cardoso, “As Tias de Mauro Rasi” (1996), o infantil “Os Dálmatas – O Musical” (1997) onde interpretava o personagem da malvada “Cruela Cruel”, que fora interpretada nos cinemas por “Glen Close”, “Até Que as Sogras nos Separem”, “Quem Vai Ficar com a Velha?” e “Pais Criados, Trabalhos Dobrados”, de Moacyr Veiga, além de seus 2 show solos “Divirta-se Com Berta Loran” (1980 e 1994) e “Ainda Estou Aqui!” (2002).


 

rloran20172Divulgação

 


Informações:
João Luiz Azevedo
Tel. 21 - 98481-0933

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