Um projeto que dá carinho e acolhimento ensinando a amar e valorizar a vida.

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(Foto: Biacolhe/Arquivo Pessoal)

 

 

 

Sábado passado, em Botafogo, bairro da zona sul carioca, 16/12, vai ficar na lembrança afetuosa de todos que foram ver a peça natalina para todas as idades, "Um Doce Natal", do autor e escritor Fábio Fabrício Fabretti. A peça composta pela trupe "A Fabriquinha" conta com o apoio do projeto "Biacolhe", criado pela professora Rogéria Vieira. A tarde recheada de momentos fantásticos, antes da apresentação da peça, teve apresentações de música clássica, canto e até parabéns para os 104 anos de uma ilustre visitante, a vovó.

 

As comemorações de fim de ano ganharam um novo brilho e uma “acolhedora” surpresa neste término de 2017. A prova disso foram as solidárias apresentações em algumas instituições beneficentes, promovidas por uma parceria entre a trupe “A Fabriquinha”, composta pelas atrizes Landa Mendonça, Nina Barros, Tamires Salvador, Camilla Pellegrinno e Claudia Gomes da Cunha, além da produção de João Mateus Cardilllo Magalhães e um roteiro exclusivo de Fábio Fabricio Fabretti, entre outros apoiadores e parceiros.

 

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Mas, todo belo e delicado trabalho social, desenvolvido pelos artistas que levam cores alegres, sorrisos esperançosos e palavras acolhedoras aos mais diversos públicos, carentes ou especiais, através da peça “Um doce natal”, não teria sido possível sem a união do projeto “Biacolhe”, que se trata de um programa social, de bases humanística e solidária, sem fins lucrativos.

 

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O projeto, cujo título vem da criativa associação entre o nome “Bia” e o termo “Acolhe”, surgiu há um ano, através da sua fundadora, a também professora e terapeuta Rogéria Vieira. Embora a ideia de trabalhar com questões sociais sempre  esteve entre os planos de Rogéria, a bela ação surgiu inesperadamente, como consequência de um trágico acontecimento em sua família, envolvendo problemas relacionados à depressão.

 

vfabriquinha201477(Foto: Biacolhe/Arquivo Pessoal)

 

Portanto, ao se deparar com um tão doloroso momento, Rogéria se surpreendeu com todo auxílio e amparo que recebeu, não somente por parte dos familiares, como também dos amigos. A partir disso, ela decidiu lutar contra o sofrimento e reverter aquela situação, pensando em uma possibilidade de ajudar os outros e evitar que sofram pelos mesmas ou parecidas causas. Também sentiu desejo de retribuir todo o “acolhimento”. E criou o solidário projeto, com a finalidade de ajudar afetiva e profissionalmente aqueles que ela considera “solitários”, como prefere chamar as vítimas da “depressão”.

 

vfabriquinha201476(Foto: Biacolhe/Arquivo Pessoal)

 

Contando com os apoios ao redor, ela agrupou voluntários que abrangem todos os níveis social, cultural e etário, ajudando a promoverem atividades presenciais e coletivas, voltadas para o acolhimento, através de eventos lúdicos e culturais.

 

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Uma parceria com o grupo de apoio coletivo, “CVV - Comunidade”, visa ampliar, integrar e preparar a todos que participam, focando em acolher a todos da melhor forma, sem qualquer distinção e por meio dos três termos que compõem seu lema de “Benevolência”, “Indulgência” e “Amor”, siglas do título ‘Bia”.

 

vfabriquinha201472(Foto: Biacolhe/Arquivo Pessoal)

 

O projeto, ainda recente e pequeno, não possui pretensões midiáticas, não substitui os tratamentos médicos e nem descarta a importância dos acompanhamentos terapêuticos, mas tenta fazer a diferença, no mundo atual, recebendo a todos com o aquilo que melhor tem a oferecer: acolhimento.

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